Uma Zombie Walk em Lisboa… como deve ser!

No próximo dia 30 de Setembro na Praça de Luís de Camões, a partir das 18:00, terá lugar a ZOMBIE WALK LISBOA 2010. Uma Zombie Walk é, como o nome indica, uma ideia sensacional: pessoas vestidas e caracterizadas como zombies a a simular uma invasão como aquelas que vemos nos filmes. A última Zombie Walk teve lugar em 2008 e já tínhamos saudades de ver zombies a atacar pelas ruas da Baixa.

E que razão melhor para uma Zombie Walk do que a vinda à Lisboa do mestre George A. Romero no âmbito da 4ª edição do MOTELx? …É que não há melhor dia para um Zombie Apocalypse!!

O evento é organizado pela Leyla Timuroglu, pelo André Pereira e pelo Tiago Rodrigues (três pessoas que certamente partilham connosco o gosto por Trioxina-245) e é apoiado pela 1001 Mundos, a editora portuguesa do já clássico ORGULHO E PRECONCEITO E ZOMBIES – de que já falámos cá no blog.

E é justamente por acharmos que uma Zombie Walk é um evento importante para Lisboa (e por sabermos que há prémios em jogo) que fizemos uma pesquisa cujo objectivo é ajudar os participantes naquele elemento tão sensível que é a caracterização. Portanto, cá vão nove links com dicas e conselhos para uma boa caracterização.

1 – How to Apply Zombie Makeup.

2 – How to Make a Zombie Makeup.

3 – Zombie Maker.

4 – So, You Wanna Be a Zombie?

5 – Zombie Makeup.

6 – Zombie Makeup Tutorials.

7 – How-To Zombie Makeup.

8 – Love to Know: Zombie Makeup.

9 – Zombie Makeup Tutorial on Vimeo.

E se encontrar um zombie verdadeiro pelo caminho, não fique nervoso. Cá vão algumas dicas caso tal aconteça:

1 – Ao contrário do que se diz, você não precisa de correr mais rápido do que ele.  Basta que você corra mais rápido do que a pessoa que estiver ao seu lado.

2 – Cuidado com os grunhidos e vocalizações. É uma tentação muito comum dizermos coisas como “Grrhh” ou “Brrgh” quando estamos caracterizados de zombie. O problema é que estes termos não significam nada e todos nós sabemos que um bom zombie faz muito e diz pouco… ou diz mais do que aquilo que fala. No entanto, caso encontre um verdadeiro zombie, será de uma enorme indelicadeza dirigir-lhe a palavra grunhindo coisas sem nexo. Felizmente, aprender a falar como um zombie é mais fácil do que, por exemplo, aprender Klingon. A learning curve é muito mais simpática. Cá está uma boa fonte para iniciantes: o Zombie Lexicon.

3 – Não aceite comida de um zombie. Especialmente se for peixe. Nunca se sabe há quanto tempo aquele peixe foi pescado. Se ele insistir muito, corra: o peixe é apenas um pretexto para uma refeição a sério (para o zombie).

4 – Nunca empreste dinheiro a um zombie. É provável que dias depois, os zombies já se tenham multiplicado por mil – e como a decomposição é um “on-going process”, há uma enorme probabilidade de você não reconhecer o zombie a quem emprestou e, logo, não saber a quem cobrar. E o mais irritante é que eles sabem-no!

5 – Se procurar no bolso pela carteira e encontrar apenas dedos putrefactos… já sabe: os zombies possuem dedos leves.

6 – Nove entre dez zombies são adeptos do slow food (é uma questão metabólica) – o que significa que um McDonald’s é uma boa opção para esconderijo. Mas não coma demais: a obesidade mata (ver dica nº1).

7 – Se tiver que abrigar-se num centro comercial, lembre-se: a época de saldos já acabou.

8 – Se um zombie cheirar demasiadamente mal, sorria e lembre-se: no Metro parisiense há pior!

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