Aventuras do cinema de animação pelos domínios do terror.

Recorded Live (1975) de S. S. Wilson.

Em tempos divulgámos algumas curtas-metragens de terror que consideramos excelentes… e esperamos ter a oportunidade de continuar a fazê-lo. No entanto, este post mostra algo pouco comum: curtas-metragens de animação que também exploram o género. O cinema de animação é pouco dado a incursões pelo terror por motivos bastante óbvios. Por um lado, existe a ideia geral de que a animação é coisa de crianças. Por outro, existe a percepção de que o terror é melhor veiculado pelo live action. Duh! Nada disto é verdade e apesar da maioria das animações serem direccionadas para o público infantil, há uma quantidade crescente de obras que claramente elegem os mais crescidos como o seu público de eleição. A mesma coisa se pode dizer acerca do live action: somente porque a maioria do cinema de terror é live action, tal não significa que apenas este seja capaz de transmitir ao espectador uma experiência digna do género. É aqui que entra o cinema de animação experimental que, totalmente livre das convenções e do senso comum, faz o que lhe compete: experimentar… e por vezes com imenso sucesso. Os exemplos que se seguem mostram um pouco daquilo que é possível fazer quando existem boas ideias… e alguma paciência.🙂

1 – RECORDED LIVE de S. S. Wilson.

2 – MANNY de Adam Rosemberg.

3 – CROOKED ROT de David Firth.

4 – ALIVE..? de Nadia Rundblad.

5 – KEYHOLE de Kim Turner.

6 – HAUNT de Glenn Zimmatore.

7 – HUMAN HEAD REVIVAL de Jupsto.

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