Archive for the ‘humor’ Category

Merchandising to BATS IN THE BELFRY e do DOG MENDONÇA!

May 22, 2013

O João Alves e o Filipe Melo estão a vander merchandising relativo aos seus projectos. Em http://www.zazzle.com/vesperstore podemos encontrar posters do DOG MENDONÇA E PIZZABOY, t-shirts do BATS IN THE BELFRY, gravatas, capas para iPhone e muitas outras coisas. É excelente saber que em Portugal existe gente com visão e vontade de desenvolver projectos de qualidade que vão ao encontro do mercado e do público.

O dinheiro arrecadado vai para novos projectos… e mais nada! 🙂

Cá ficam algumas imagens:

bats shirtpizzaboy cap

Para ler: DAN O’BANNON’S GUIDE TO SCREENPLAY STRUCTURE.

February 10, 2013

12-0403 Dan O'Bannon's GuideO nome Dan O’Bannon está longe de ser celebrado ao lado de outros como Alfred Hitchcock, John Carpenter, Wes Craven ou George A. Romero. No entanto, este argumentista e realizador falecido em 2009 possui uma carreira que é simultaneamente discreta e impressionante: DARK STAR (1974), ALIEN (1979), DEAD & BURIED (1981), HEAVY METAL (1981), DUNE (a versão de Alejandro Jodorowsky), THE RETURN OF THE LIVING DEAD (1985), LIFEFORCE (1985) e TOTAL RECALL (1990) entre outros créditos. Ao longo da vida, O’Bannon deixou pelo caminho inúmeros projectos não produzidos.

Em 2012 foi publicado nos Estados Unidos o livro DAN O’BANNON’S GUIDE TO SCREENPLAY STRUCTURE – INSIDE TIPS FROM THE WRITER OF ALIEN, TOTAL RECALL AND RETURN OF THE LIVING DEAD (publicação póstuma em co-autoria com o seu assistente Matt R. Lohr). E cá está um outro Dan O’Bannon que não conhecíamos: o professor.

Este livro possui dois trunfos. O primeiro está no facto do autor gastar imenso tempo a analisar as principais obras escritas até a data habitualmente citadas no campo do screenwriting: Aristóteles, Lajos Egri, Howard & Mabley, Syd Field, Robert McKee e até Henrik Ibsen!  O segundo está no facto do modelo proposto por O’Bannon ser assustadoramente simples e fácil de compreender.

“The general definition of conflict is “a protagonist’s struggle to attain a desired goal”; my definition of conflict is “a dispute over an issue”. (…) The traditional approach, in short, is thriving-based. Mine is fight-based.”

Leitura obrigatória. 🙂

O que estamos a ler: MY FRIEND DAHMER.

January 22, 2013

My-Friend-DahmerMY FRIEND DAHMER de Derf Backderf, publicado em 2012 pela Abrams ComicArts, é uma graphic novel fascinante e uma grande surpresa. A história gira em torno do próprio autor, num período entre 1976-79, quando Backderf e Jeffrey Dahmer eram colegas num Liceu do Ohio. Jeffrey Dahmer, para quem não se recorda, ficou célebre após ter sido preso em 1991 pelo  assassinato de 17 rapazes e homens.

Em cerca de 200 páginas Backderf oferece-nos um olhar sincero sobre a vida desastrosa do jovem Dahmer – a ausência de relações, os primeiros impulsos e tentativas de assassinato, as fantasias reprimidas e a solidão. E tudo isto sem o desculpar. O livro não apresenta uma história completa, mas sim um conjunto de episódios compilados de forma relativamente sequencial que constroem, peça por peça, o puzzle impossível da mente de um futuro assassino. De episódio em episódio, somos conduzidos pelo próprio Backderf que se baseia nas suas próprias memórias, nas recordações de amigos e familiares (o próprio pai de Dahmer escreveu um livro sobe o filho), e ainda nos depoimentos de Jeffrey Dahmer, já depois de preso.

my friend dahmer page

Ao longo dos inúmeros episódios (no fim do livro, o autor ainda oferece informação adicional sobre cada um deles) Backderf questiona-se constantemente sobre a impenetrabilidade da mente de Dahmer e a incapacidade de todos em perceber a dimensão que o monstro, pouco a pouco, estava a ganhar. Há ainda um certo sabor a culpa na medida em que o autor revela algum lamento por não se ter esforçado mais na tentativa de salvá-lo – sabendo ao mesmo tempo que tal seria impossível. O livro é ainda um retrato muito curioso de um Liceu no final dos anos 70: sem internet, computadores nem jogos de vídeo – uma vida totalmente diferente daquilo que temos hoje. É incrível como 1978 parece 1878 quando olhamos para o quanto as coisas mudaram em pouco mais de 30 anos. Outras coisas, pelo contrário, parecem iguais: onde é que andam os pais?

Jeffrey Dahmer morreu na prisão, em 1994.

Esta graphic novel teve os direitos adquiridos para cinema. É sempre bom ver grandes obras e grandes artistas a ganhar dinheiro. Backderf possui ainda um blog: MY FRIEND DAHMER – THE BLOG, onde podemos conversar com o autor.

Zombies a reanimar os mortos!

October 11, 2012

Os senhores da The Heart & Stroke Foundation of Canada tiveram uma ideia muito engraçada para sublinhar a importância de agirmos correctamente no caso de alguém sofrer uma paragem cardíaca. Novamente o cinema de terror como meio de comunicação com os jovens. 🙂

Poderiam os zombies viver entre nós?

August 28, 2012

A resposta está no vídeo abaixo.

Brands and monsters: cá está o incrível “Branded”.

June 1, 2012

BRANDED (2012) de Jamie Bradshaw e Aleksandr Dulerayn promete ser um dos filmes mais interessantes do ano. E é um filme russo que só agora está a começar o seu percurso. Ainda não possui um poster a circular na medida em que o distribuidor ainda deve estar a dar-lhe os toques finais (esperemos alguns dias).

No Yahoo! Movies, por exemplo possui esta imagem de identificação que apenas nos dá (ou testa) um typeface sobre fundo negro.

Estas coisas são comuns se pensarmos que muitas vezes os filmes surgem identificados na Imprensa e nas bases de dados (como o IMDB) muito tempo antes dos materiais promocionais estarem minimamente fechados ou mesmo concebidos. No IMDB, por exemplo, o projecto possui apenas uma foto de cena a identificar o filme…

…Que por acaso ainda está com um título internacional provisório “THE MAD COW” dado pelo produtor russo. (*Talvez, quando o leitor ler este post, o título do IMDB já esteja actualizado).

No entanto, numa pesquisa rápida pela net, encontrámos estas duas outras imagens adicionais. A primeira é claramente uma alusão à marca KFC:

E esta que claramente alude para a McDonald’s:

…Que depois foi reconfigurada numa tentativa de teaser poster:

No entanto, o filme já foi adquirido por um distribuidor norte-americano que já possui um trailer SENSACIONAL:

Como é óbvio, nesta altura em que a internet, o Facebook e o Youtube são cada vez mais as ferramentas de eleição para o marketing cinematográfico, não nos surpreende que o trailer, cujos apelo e impacto são visíveis, chegue aos nossos olhos antes do próprio poster ou de qualquer outro material gráfico oficial.

A aposta deste trailer parece ser clara: monstros, destruição, sátira, distopia e grande espectáculo visual. Veremos como corre 🙂 No entanto, já podemos dizer que do pouco que vimos queremos ver este filme 🙂

O trailer original do filme (dobrado em russo) pode ser visto abaixo. A comparação entre os dois trailers (o americano e o russo) é muito interessante.

Cinco filmes que não devemos perder neste Verão.

May 13, 2012

1 – THE ROAD (2011) de Yam Laranas é um filme filipino que irá estrear em breve nas salas norte-americanas. Possui um guião absolutamente incrível e merece ser visto. Mistura tuas timelines distintas ao contar a história de dois crimes – cada um numa década específica – para depois unir tudo com uma eficácia incrível. As Filipinas produzem cinema de terror, sim senhor 🙂 e este filme mostra como o género é levado a sério naquele país.

2 – IRON SKY (2012) de Timo Vuorensola é simplesmente o filme europeu mais incrível dos últimos anos. Trata-se de uma mega-co-producão entre a Finlândia, a Alemanha e a Austrália que lançou há tempos uma campanha de divulgação ímpar, digna de ser estudada ao milímetro. Para além disto, o filme conseguiu o impressionante feito de ter quase 10% do seu orçamento financiado por via de crowd funding. Recentemente foi premiado no Brussels International Fantastic Film Festival.

3 – RETREAT (2011) de Carl Tibbetts é um filme britânico que junta três actores que gostamos bastante de ver: Cillian Murphy, Jamie Bell e Thandie Newton. A história gira em torno de um casal que vai passar uns tempos numa casa isolada numa ilha escocesa. Subitamente surge um estranho coberto de sangue que traz uma notícia assustadora: o resto do país está a ser dizimado por um vírus mortal e em breve a ilha será invadida por milhares de pessoas desesperadas – que provavelmente trazem com elas o tal vírus. A solução? Prepararem-se para o pior.

4 – CHILDREN WHO CHASE LOST VOICES FROM DEEP BELOW (2011) de Makoto Shinkai é um filme japonês que faz a velha pergunta de sempre: para onde vão as pessoas quando estas morrem? A resposta é este filme de animação que conta a história de Asuna, uma miúda que procura por uma terra chamada Agartha, situada num universo paralelo. É em Agartha que o professor de Asuna, Ryuji, acredita que está a sua esposa já falecida – e a procura desta terra é a missão da sua vida. HOSHI O OU KODOMO (título original) está longe de ser um filme de terror. Mas anda num território bastante querido do género.

5 – THE INCIDENT (2011) de Alexandre Courtès é uma co-produção entre os Estados Unidos, Bélgica e França. Parte de uma ideia fascinante: estamos em 1989. George, Max e Ricky são uma banda de rock a procura da fama que tarda em chegar. Para pagar as contas, o grupo trabalha na cozinha de um hospital psiquiátrico de alta segurança. Um dia, uma tempestade corta a energia eléctrica do complexo e o trabalho que parecia banal e seguro transforma-se num pesadelo. Cá está um filme incrível que faz uma excelente gestão dos recursos que possui.

Dia das Mães.

May 12, 2012

LOL (parte XIV).

May 1, 2012

Este vídeo de animação, muito curtinho, é mesmo incrível. 🙂

Uma grande homenagem ao THE THING (1982).

Dez curtas-metragens de terror para uma Sexta-feira 13.

April 13, 2012

Para esta Sexta-feira 13, seleccionámos dez curtas-metragens.

1 – DE GENFØDTE (2010, Dinamarca) de Henrik Bjerregaard Clausen.

2 – BAK LIKKEDE DØRER (2008, Noruega) de Aleksander Nordaas.

3 – 2 GODE TORBEDOER (2010, Noruega) de Thomas Lunde

4 – HUNTED (2011, Austrália) de Clifton Schulke.

5 – CUPCAKE (2010, Estados Unidos) de Kai Blackwood.

6 – CAN I CALL YOU? (2006, Austrália) de Ed Lyons.

7 – LOVE HURTS (2009, Holanda) de Shariff Nasr.

8 – RED BALLOON (2010, Reino Unido) de Damien Macé e Alexis Wajsbrot.

9 – ENDLESS (2011, Reino Unido) de Matt Bloom

10 – THE DUMMY (1983, Estados Unidos) de Louis La Volpe.


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